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Com ativos distribuídos em larga escala e uma atuação concentrada em fontes 100% renováveis, o controle sobre o território é parte essencial da segurança da operação de uma das maiores geradoras de energia do país. Afinal de contas, as áreas ao redor dos reservatórios compreendem regiões extensas, dinâmicas e sujeitas a diferentes tipos de ocupação ao longo do tempo. 

Foi nesse contexto que a empresa estruturou, junto à VisãoGeo, um projeto contínuo de monitoramento em 12 usinas hidrelétricas no estado de São Paulo.  

A seguir, entenda os desafios e os resultados desse case de sucesso. 

O primeiro passo 

O trabalho começa antes mesmo da ida a campo, com um planejamento estratégico. A identificação inicial de possíveis novas interferências é feita por meio de imagens de satélite adquiridas pela empresa em conjunto com monitoramentos contínuos das equipes de campo. Esse monitoramento é feito de forma programada — classificando as demandas com baixa, média e alta prioridade. 

Na prática, isso significa percorrer as bordas dos reservatórios, muitas vezes em áreas de difícil acesso e com vegetação densa, para registrar qualquer tipo de intervenção dentro das áreas de desapropriação de responsabilidade da empresa. Por exemplo: Áreas de Preservação Permanente (APP) e Borda Livre. Ou ainda,  edificações, ampliações, píeres e acessos. Em muitos casos, tratam-se de ocupações antigas, já consolidadas. Em outros, são modificações recentes ou novas estruturas que alteram a condição original da área. 

Há também situações em que o uso do espaço vai se transformando gradualmente. Áreas que antes eram preservadas passam a ser utilizadas por associações ou grupos locais, com a instalação de estruturas para apoio a atividades como: condomínios, lazer, pesca ou navegação. Essas mudanças, ainda que progressivas, precisam ser acompanhadas e monitoradas de perto. 

Objetivos do monitoramento 

Mais do que identificar ocorrências pontuais, o objetivo do serviço é construir uma visão contínua sobre o que acontece nessas faixas territoriais tendo um monitoramento com históricos de ocupações documentados. Dessa forma, isso permite que a empresa organize sua atuação, responda com mais agilidade e mantenha o controle sobre áreas sob sua responsabilidade. 

Ao longo do projeto, os técnicos de campo já realizaram mais de 3.700 inspeções, cobrindo uma área estimada de mais de 4.300 km². Vale destacar que até a publicação desse texto, o monitoramento seguia ativo, com priorização inicial de regiões de maior impacto ambiental e avanço progressivo para as demais áreas. 

Principais desafios  

A execução, no entanto, não acontece sem desafios. A integração de dados históricos com os levantamentos atuais exigiu um trabalho cuidadoso de organização e estruturação. Além disso, o volume de demandas e a necessidade de atender solicitações emergenciais trouxeram ajustes frequentes no planejamento das equipes. As condições de acesso em campo também exigem soluções específicas, como o uso de embarcações e drones. 

Ainda assim, o projeto segue avançando, sustentado por uma rotina consistente de monitoramento, verificação em campo e organização das informações. Tudo realizado por uma equipe especializada, em campo e no escritório.   

Diferencial do Monitoramento 360º da VisãoGeo 

Um dos pontos centrais para viabilizar esse nível de acompanhamento é a gestão das informações coletadas. Todos os dados levantados em campo são estruturados e integrados em uma única base por meio do Specifor, plataforma da 4Asset. É nele que os registros fotográficos, coordenadas geográficas e descrições técnicas passam a compor um histórico organizado e rastreável. 

Esse processo é um grande diferencial do serviço da VisãoGeo e trouxe ganhos importantes para o projeto, principalmente na padronização dos registros e na consolidação das informações. Também tornou mais simples o acompanhamento das atividades e a geração de relatórios técnicos, facilitando a tomada de decisão. 

Conte conosco 

Projetos como esse mostram que o controle territorial exige mais do que presença em campo. Ele depende de método, organização das informações e capacidade de transformar dados dispersos em uma visão contínua da operação.  

Se a sua empresa também enfrenta desafios na gestão de ativos territoriais ou no acompanhamento de áreas extensas, vale a pena aprofundar essa conversa. 

Fale com os especialistas da VisãoGeo e entenda como estruturar um monitoramento mais eficiente, com apoio de tecnologia e inteligência de dados.