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A avaliação imobiliária é um elemento central na gestão de risco das instituições financeiras. Ela sustenta decisões de crédito, define limites de financiamento, embasa garantias reais e orienta processos de alienação e leilão de ativos. Por isso, não se trata apenas de estimar um valor, mas de aplicar critérios consistentes, rastreáveis e aderentes às exigências regulatórias e operacionais do setor bancário.

Neste contexto, entender como as avaliações de imóveis para instituições financeiras são estruturadas e quais métodos aplicar em cada abordagem é essencial para garantir segurança jurídica, previsibilidade e eficiência nos fluxos internos das instituições. No conteúdo a seguir, detalhamos esse processo.

Entenda.

Finalidades da avaliação imobiliária no contexto bancário

As avaliações imobiliárias para instituições financeiras atendem a diferentes finalidades operacionais. Entre as mais comuns estão o suporte a financiamentos imobiliários, a definição de valor de imóveis oferecidos como garantia e a precificação de ativos destinados a processos de leilão ou alienação.

Independentemente da finalidade, o objetivo técnico permanece o mesmo: determinar o valor de mercado do imóvel em uma data específica, com base em critérios consistentes e metodologia adequada ao nível de risco da operação

Como são estruturadas as avaliações para bancos

A escolha entre avaliação expedita e avaliação com vistoria está diretamente relacionada ao tipo de contrato firmado com a instituição financeira, ao perfil do imóvel e à finalidade da avaliação.  

Atualmente, a avaliação costuma acontecer em duas frentes principais: 

  1. A primeira é o AVM (Automated Valuation Model), também conhecida como Avaliação Expedita. Esse modelo não exige vistoria à campo e é amplamente utilizado para apartamentos e empreendimentos novos, especialmente em áreas urbanas consolidadas. A precificação ocorre de forma automatizada, com base em dados de mercado, bases disponíveis online e imagens de referência, como registros de fachada. O resultado é uma estimativa rápida, adequada a operações de menor complexidade.
  2. O segundo fluxo é a avaliação com vistoria. Esse caminho é acionado quando o valor estimado pelo AVM não é aceito pelo cliente e quando o imóvel não se enquadra nos critérios do modelo automatizado. Ou  ainda, quando há exigência expressa de análise presencial. Nesse caso, a vistoria gera um laudo técnico, estruturado conforme os padrões exigidos pela instituição financeira e em conformidade com a ABNT NBR 14.653.

A metodologia aplicada varia conforme o tipo de imóvel, mas o processo segue fluxos padronizados, que priorizam rastreabilidade das informações e consistência dos dados utilizados. 

Etapas do serviço de avaliação

O fluxo da avaliação com vistoria segue etapas bem definidas, desde o recebimento da demanda até a entrega do valor de mercado do imóvel na data de referência.

Após a definição do escopo, ocorre a vistoria presencial, com coleta de informações técnicas, registros fotográficos e verificação das características físicas e locacionais do imóvel. Em seguida, os dados são tratados, analisados e consolidados no laudo técnico, que é então enviado à instituição financeira conforme os padrões exigidos.

No caso da avaliação expedita, esse fluxo é simplificado. Não há vistoria nem cadastro de informações em campo, e a análise se concentra em dados secundários e pesquisas de mercado.

Imóveis urbanos e rurais: impacto direto na operação bancária

A capacidade de atender imóveis urbanos e rurais influencia fundamentalmente a forma como os bancos distribuem suas demandas de avaliação.

Algumas instituições mantêm gestões separadas para esses dois tipos de ativos, direcionando imóveis rurais apenas a empresas que comprovem estrutura técnica, equipe especializada e domínio das particularidades desse mercado. Quando essa capacidade não existe,  é comum que escopo do fornecedor se limite a imóveis urbanos.

Afinal, imóveis rurais exigem análises específicas, que envolvem uso do solo, acesso, infraestrutura, características produtivas e contexto territorial. A ausência dessa leitura técnica compromete a precisão do valor atribuído e aumenta o risco da operação.

Ao escolher uma empresa com atuação integrada em imóveis urbanos e rurais, os bancos podem centralizar demandas, reduzir a fragmentação de fornecedores e manter maior padronização metodológica em suas avaliações.

Diferenciais técnicos que fazem diferença para instituições financeiras

Na VisãoGeo, a vistoria em campo segue protocolos técnicos estruturados. Ou seja, o levantamento não se limita a registros fotográficos pontuais. São utilizadas ferramentas geoespaciais, métodos de coleta padronizados e sistemas que garantem consistência, precisão e integridade das informações captadas.

Como resultado, essa abordagem possibilita laudos mais completos, com dados verificáveis e alinhados às exigências operacionais das instituições financeiras. Sendo assim, reduz retrabalho e necessidade de complementações posteriores.

Expertise aplicada à decisão financeira

A experiência da VisãoGeo em avaliações de ativos, desapropriações, alienações e projetos nos setores de energia, mineração, entre outros, traz uma base técnica sólida para o atendimento aos bancos. Esse histórico permite lidar com diferentes tipologias de imóveis, contextos territoriais complexos e exigências metodológicas rigorosas.

Em suma, ao integrar conhecimento geoespacial, atuação em campo estruturada e domínio de mercado, entregamos avaliações de imóveis para instituições financeiras que contribuem diretamente para decisões mais seguras, transparentes e eficientes. Quer saber mais? Fale com nossos especialistas.